quarta-feira, 18 de maio de 2011

Marquesa de Santos


A Marquesa
O retrato mais conhecido da Marquesa de Santos é de autoria do pintor Francisco Pedro do Amaral,dicipulo de Jean-Baptiste Debrét,na Academia ,
Imperial de belas artes.O quadro mostra uma mulher de rosto redondo ,olhos grandes e negros,sobrancelhas espessas e bem- delineadas
lábios finos e nariz levemente pontiagudo.Os contornos da boca fechada lhe dão um ar serio e enigmático. O pescoço,é longo e delgado.
O corpo de curvas generosas indica peso acima do que recomendaria o padrão de beleza  actual.O conjunto, não chega a ser belo nem sensual , mas revela uma pessoa altiva
insinuante e determinada.Testemunhas  da época confirma essa impressão.Felisberto Caldeiras Brant Pontes,visconde depois marques de
Barbacena definiu-a como "mediocramente bonita"Conde Raguet representante dos Estados Unidos no Rio de Janeiro,anotou que ela  conseguiu encantar
encantar D.Pedro'sempossuir grande beleza que recomendasse'Outro diplomata ,o conde de Gestas ,cônsul-geral da França no Brasil afirmou
que possuía 'um exterior agradavel para um pais onde não havia beleza".Para o aventureiro alemão Carl Seidler"a marquesa absolutamente
não era bonita e possuía uma corpulência fora do comum.O também alemão Carl Schlichtor
acrescentou que ,"não lhe faltava gordura , o que corresponde ao gosto geral'
Esta historia vai prosseguir na próxima postagem' é um trecho do livro de Laurentino Gomes/ 1822

sábado, 14 de maio de 2011

MEU FILHO


MEU FILHO


GENTE DE BEM
Você tem por habito, cumprimentar o porteiro,o açougueiro,continua a reclamar do troco, que recebeu errado.e solícito com quem lhe pede ajuda? e´educado ao atender um serviço de telemakting?é disciplinado nas leis de transito?Dependendo das suas respostas é praticamente  certo que a estrutura moral de seu filho,basicamente já esta enraizada.Mas se você reza pela cartilha ,faça que eu digo mas não faça o que eu faço é bom rever o seu comportamento.O que fala mais alto na formação,e educação dos filhos é o exemplo dos país,vivenciando,durante a infância e adolescência.”Não há possibilidade de discussão de valores se a prática é uma e a teoria é outra”assegura a educadoraTania Zaguri,em seu livro os direitos dos pais,construindo cidadãos em tempos de crise(Editora Record)Segundo ela observando,e ouvindo os pais agirem no dia a dia os filhos estão aprendendo sobre o caráter ,e os valores  morais da vida.
Quando chega a adolescência,porem é preciso rever esses valores,é hora de reforçar esses conceitos e explicar com clareza e fundamentadamente por que sua vida se rege por esses valores.

PRIMEIROS PASSOS DO APRENDIZADO... Os pais não precisam marcar hora ou agendar  sermões semanais  para ensinar os filhos a ser gente de bem. O ideal é aproveitar os altos e baixos do cotidiano para trazer  discussões a tona .Não faltam noticias na televisão sobre escândalos da corrupção envolvendo políticos.A novela Global das nove,por exemplo,também esta abordando o uso de drogas.Situações assim são oportunidades,de dizer  o que é certo ou errado,e fazer os filhos pensarem a respeitoAlem de abrir os olhos para as coisas que estão acontecendo na vida deles,aprenda a ouvir mais abra seu coração .Devemos mostrar respeito pela opinião alheia,mas nunca medo de ser diferentes.Caso contrario como desejar que nossos filos tenham condições de se  opor,de dizer não ,quando colegas propuserem  ações inadequada ou antiéticas?,”justifica.

sábado, 7 de maio de 2011

---------- conclusão de UMA NOITE EM CASABLANCA

,Desde a noite do baile fomos companheiros constante a bordo.
Saltamos juntos em Havre e segui -a até Paris.Vejo -a triunfar e sinto-me feliz ao seu lado.Leilah confessou -me que nunca amou  homem nenhum como amava a mim.Mas eu sou para ela um guardião ciumento.Confesso que perdi o sossego.Em uma noite ,em Milão,logo após nosso casamento,recordando-me do poder maligno que o brilhante Indú  irradiava sobre todos que se aproximavam de Leilah,e enquanto ela dormia retirei-o do seu dedo e escondi-o -.Meu anel!onde está meu anel querido?Não sei...Leilah olhou -me misteriosamente---Tu és um ciumento incorrigivel.Deves me devolver o anel!Não  devolverei Nossa felicidade vale mais que aquele anel .Não quero pensar em historias que me preocupem ,que escureçam nosso paraíso...Ontem tivestes um grande sucesso Leilah; e não usaste o anel,fatídico ,para tantos homens que te amaram.Voltemos a Casablanca querida...Assim que termine os contratos,voltarei contigo a´Casablanca.Sim Leilah,e sob as claras estrelas da Arábia,recordarei as profecias da cigana,que certa vez disse:"Atravessaras o oceano e iras visitar uma cidade ,onde encontraras muita gente do meu povo e amarás uma bela mulher árabe,tão fascinante que te dominará a vida inteira."

UMA NOITE EM CASABLANCA......continuação.

Detive-me, com o coração aos saltos.Talves ela fosse viajar no mesmo navio que eu._"Atravessaráras o oceano"...Eu não podia esquecer as palavras da cigana.Enquanto  andava pelas ruas tortuosas de Casablanca,a noite africana me envolvia com seu ar e sua beleza,os rostos e os idiomas,de diversas latitudes me afimavam que eu me movia fascinado sem poder deixar de recordar os romances de mouras e cristãos na velha Espanha,na época do poderio mouro e do esplendor de Andaluzia.O navio se afastava do cais, lentamente.Ante meus olhos ia -se diminuindo,minuto a minuto,a cidade branca,metade oriental e metade ocidental.Ainda parecia escutar os pregões dos mercadores,as flautas dos músicos de origem indefinida e não podia apagar de minha rotina,as mais extravagantes vestimenta e as faces e olhos sensuais das mulheres árabes.Porem sobre tudo,lembrava-me de Leilah.Estaria a bordo?O jornal daquela tarde anunciava a sua tournée pelo estrangeiro.Iria á Paris,a cidade cujo nome  e beleza está nos lábios de todos de Casablanca!
Assim que estivemos navegando á mar aberto,soube que Leilah estava a bordo com sua dama de companhia, e que como eu desembarcaria no Havre.Ah!se ela soubesse !Mil vezes me arrependi de não haver insistido, ante o camareiro para que me levasse um bilhete a Leilah.Vesti-me apuradamente para hora do jantar.A orquestra executava  tangos dolentes.Dirigi -me para o salão de baile encontrei com Jorge Ariar,que me falou da presença de Leilah.Ah! é?indaguei interessado.Sim , com um príncipe espanhol ,com um celebre pintor italiano ...Cuidado com essa mulher!Reparaste no anel de brilhante que ela usa na mão direita?Pois foi presente de um marajá ...Nisso, entrou Leilah no salão,acompanhada de um jovem loiro alto.Começaram a dançar uma rumba ,aproximei do par e falei ousadamente;permite dançar comigo ,senhorita Leilah?Ela sorriu e fazendo um meneio com a cabeça assentiu...continua.

sábado, 30 de abril de 2011

Uma noite em Casablanca. conto de Margaret Banning

Ali sob um céu de porcelana azul,na cidade dos contastes,pela caracteristicas do seu povo,suas arqueteturas e religiões senti a esquisita sensação de um mundo exótico,uma sensação que embora pressentida,me parecia longínqua e e estranha.Assim que pousei os olhos naquela cidade,senti o meu coração senti uma misteriosa voz do deserto, que entoava os cânticos e as marchas guerreiras dos Arabes.Recordei então do rosto de bronze da cigana que me dissera um dia:Atravessará o oceano num grande navio  luxuoso onde visitará uma cidade onde encontrarás ,muita gente de meu povo e amaras uma bela Árabe tão fascinante que te dominará a vida inteira.Que temores e curiosidade me comovia?por um golpe de sorte os chefes da companhia industrial onde eu trabalhava resolveu me mandar á Casablanca,e ali estava eu deslumbrado ante aquele espectáculo inédito diante dos meus olhos de de norte- americano.Sim é o que prognosticara uma cigana anos antes em minha pátria e cumpria -se fielmente até certo ponto;faltava só a bela moura que iria subjugar-me com seus encantos.Da janela do meu quarto de hotel escuto uma musica suave de flautas,e tambores executada por por uns músicos ambulantes.Como vivo em um bairro europeu ,onde o que predomina é o elemento espanhol pensei que o piano que eu ouvia ao lado do meu quarto fosse uma espanhola.Quem é essa pianista- perguntei ao camareiro do hotel ,quando veio trazer-me cigarros.Não sabe?é a famosa Leilah Nifar-e fiquei olhando aquele rosto em silencio,escute sahib ela é maravilhosa sabe?esta noite ela tocará no casino vá ouvi-la!é uma mulher muito formosa .Faça me o favor de reservar uma mesa no casino esta noite.o camareiro saiu e eu fiquei sentado na poltrona ouvindo os dedos de Leilah executar a "dança do fogo"e inquieto com o prognóstico da cigana.Eu ouvia a linda moura executando e aplaudia com entusiasmo ,levantei-me para observar melhor sua elegância e beleza.quando a cortina de veludo vermelho se fechou senti um grande vazio.Quando eu ia descendo as escadarias ouvi dois oficiais conversando -dizem que Leilah fará uma tournée pelo estrangeiro e que embarca amanhã.Fui para o meu quarto me vesti apuradamente para a hora do jantar.Quando entrei no salão Leilah já estava ali nossos olhos se cruzaram por sobre a mesa,eu sorri e ela correspondeu. esse conto continua no próxima postagem.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

No dia do natal : ( segundo trecho do livro ) de Sergio Motta

No dia de natal ,acordei bem cedo para ir a´Sintra, uma cidadezinha historica perto de Lisboa.
O dia estava ensolarado .Peguei o trem que sai da estação do Rossio e que em trinta minutos eu estaria na plataforma de Sintra.O lugar parecia parado no tempo .Casas pequenas,com aparência medieval
ruas estreitas recheadas de mulheres,com lenços na cabeça e sorriso camponês no rosto.Senhores com os cabelos grisalhos nas soleiras das portas.A coisa mais animada por ali era eu mesmo.Tratei de embarcar minha animação no ónibus p/ o centro do povoado.desci  no ponto final para ir ao Palácio da Pena,um castelo no alto da montanha com mais de 400 metros de altura.Percebi que tinha companhia porque ao meu lado estava caminhando ,um cão vira lata e troncudinho,com uns 30 centímetros de altura,peito e patas brancas,e dorso negro.Tinha uma cara muito expressiva e me olhava como se me pedisse permissão para me acompanhar.Por ser feriado o posto de informacões estava fechado,e  o jeito era pedir imformação a um policial que encontrei á poucos metros,a melhor maneira de ir em       algum  lugar é a pé disse  o policial.
Arua era uma subida ingreme-parti.O vira lata  me acompanhva e resolvi chama-lo de Portuga, seria justo,porque ele tinha uma mancha prta no rosto e me lembrou Camões,com o tapa olho,e me atendeu quando o chamei.O caminho do Castelo era asfaltado,cercado de arbustos e arvores tão altas que encobria  e dificultava a visão panoramica da cidade.Eu e o Portuga andamos mais de meia hora e nada de Castelo.Não tinhamos cruzado com nenhum carro e nem uma pessoa .A distacia fazia o borburinho do vilarejo ir se distanciando, e virar silencio ,so´se ouvia o barulho dos meus passos ,os do Portuga e o sopro do vento de inverno.Numa curva deparei com um carro parado com um casal ,e quatro cachorros ,todos dentro do carro.Me aproximei  e perguntei -está muito longe o Castelo?É logo alí respondeu o homem.Era um casal extranho , onde o carro estava parado não tinha vista p/ se admirar.Não havia sinal que estavam lanchando,nem fumando,as portas estavam fechadas,A mulher respondeu ,mas se tu fores pelo atalho chegaras mais rapido ,e apontou uma trilha a uns quinze metros.Um atalho? era tudo que eu e meu amigo Portuga precisava.Não me dei conta que tinhamos saido da estrada onde passavam carros nós estavamos em uma picada de dois metros de largura ,numa mata densa era uma floresta fechada.Iam se sucedendo bifurcações nem uma placa,e caminhando ,caminhando,avistei um enorme buracocom profundidade de uns quatro metrs ,e largura que cabiam uns vinte homens.As paredes do buraco era revestida madeiras muito velhas,era um calabouço!Me deu um calafrio!De alguma maneira , a angustia de algumas pessoas que foram aprisionadas alí me contagiou.Pude imaginar toda cena ,corrente gemidos desesperança e morte.Apertei opasso sái de lá ´so que mais adiante encontrei mais daquelas masmorras, mai outras fui tomado de pavor.Fiquei desesperado as arvores pareciam crescer diante de meus olhos as arvores me ameaçavam se mexendo só ouvia o zumbir do ventosenti uma vertigem.Eu não tinha a menor ideia com voltar para a cidade, era dia de natal impossivel encontrar alguem,turista ou morador numa montanha de 400metros ,garantia de uma noite de frio insuportável.Ninguem sabia que eu estava alí a naõ ser auele casal que não era de confiança,estava sem minha mochila ,com fome havia comido uma maçã pela manhã ,oque restava era o Portuga,algo me dizia que aquele  cachorro não estava ali atoa .Pguei o Portuga no colo e lhe disse ;me leve de volta"ele deu um latido como dizer ok e saiu em disparada.As vezes tomava muito a dianteira que eu tinha de chama-lo de volta.ele começou a caminhar até onde eu poderia ve-lo e assim em menos de duas horas  já podiamos ouvir e ver o vilarejo anoitecendo ao pé do morro.quando cheguei fui em uma vendinha onde contei o que me aconteceu eme deram comida abraços e chavam outras pessoas p/ ver o brasileiro que se salvou de morrer congelado na montanha .Com essa festa toda comecei a procurar oPortuga que estava deitado no ponto do onibus ,talves esperando outro turista perdido.O Portuga foi meu anjo da guarda num milagre de Natal.Terminada a festinha em Sintra voltei para casa,e sonhei com o Portuga,no dia seguinte eu iria viajar p/ Madrid.