sexta-feira, 15 de abril de 2011

No dia do natal : ( segundo trecho do livro ) de Sergio Motta

No dia de natal ,acordei bem cedo para ir a´Sintra, uma cidadezinha historica perto de Lisboa.
O dia estava ensolarado .Peguei o trem que sai da estação do Rossio e que em trinta minutos eu estaria na plataforma de Sintra.O lugar parecia parado no tempo .Casas pequenas,com aparência medieval
ruas estreitas recheadas de mulheres,com lenços na cabeça e sorriso camponês no rosto.Senhores com os cabelos grisalhos nas soleiras das portas.A coisa mais animada por ali era eu mesmo.Tratei de embarcar minha animação no ónibus p/ o centro do povoado.desci  no ponto final para ir ao Palácio da Pena,um castelo no alto da montanha com mais de 400 metros de altura.Percebi que tinha companhia porque ao meu lado estava caminhando ,um cão vira lata e troncudinho,com uns 30 centímetros de altura,peito e patas brancas,e dorso negro.Tinha uma cara muito expressiva e me olhava como se me pedisse permissão para me acompanhar.Por ser feriado o posto de informacões estava fechado,e  o jeito era pedir imformação a um policial que encontrei á poucos metros,a melhor maneira de ir em       algum  lugar é a pé disse  o policial.
Arua era uma subida ingreme-parti.O vira lata  me acompanhva e resolvi chama-lo de Portuga, seria justo,porque ele tinha uma mancha prta no rosto e me lembrou Camões,com o tapa olho,e me atendeu quando o chamei.O caminho do Castelo era asfaltado,cercado de arbustos e arvores tão altas que encobria  e dificultava a visão panoramica da cidade.Eu e o Portuga andamos mais de meia hora e nada de Castelo.Não tinhamos cruzado com nenhum carro e nem uma pessoa .A distacia fazia o borburinho do vilarejo ir se distanciando, e virar silencio ,so´se ouvia o barulho dos meus passos ,os do Portuga e o sopro do vento de inverno.Numa curva deparei com um carro parado com um casal ,e quatro cachorros ,todos dentro do carro.Me aproximei  e perguntei -está muito longe o Castelo?É logo alí respondeu o homem.Era um casal extranho , onde o carro estava parado não tinha vista p/ se admirar.Não havia sinal que estavam lanchando,nem fumando,as portas estavam fechadas,A mulher respondeu ,mas se tu fores pelo atalho chegaras mais rapido ,e apontou uma trilha a uns quinze metros.Um atalho? era tudo que eu e meu amigo Portuga precisava.Não me dei conta que tinhamos saido da estrada onde passavam carros nós estavamos em uma picada de dois metros de largura ,numa mata densa era uma floresta fechada.Iam se sucedendo bifurcações nem uma placa,e caminhando ,caminhando,avistei um enorme buracocom profundidade de uns quatro metrs ,e largura que cabiam uns vinte homens.As paredes do buraco era revestida madeiras muito velhas,era um calabouço!Me deu um calafrio!De alguma maneira , a angustia de algumas pessoas que foram aprisionadas alí me contagiou.Pude imaginar toda cena ,corrente gemidos desesperança e morte.Apertei opasso sái de lá ´so que mais adiante encontrei mais daquelas masmorras, mai outras fui tomado de pavor.Fiquei desesperado as arvores pareciam crescer diante de meus olhos as arvores me ameaçavam se mexendo só ouvia o zumbir do ventosenti uma vertigem.Eu não tinha a menor ideia com voltar para a cidade, era dia de natal impossivel encontrar alguem,turista ou morador numa montanha de 400metros ,garantia de uma noite de frio insuportável.Ninguem sabia que eu estava alí a naõ ser auele casal que não era de confiança,estava sem minha mochila ,com fome havia comido uma maçã pela manhã ,oque restava era o Portuga,algo me dizia que aquele  cachorro não estava ali atoa .Pguei o Portuga no colo e lhe disse ;me leve de volta"ele deu um latido como dizer ok e saiu em disparada.As vezes tomava muito a dianteira que eu tinha de chama-lo de volta.ele começou a caminhar até onde eu poderia ve-lo e assim em menos de duas horas  já podiamos ouvir e ver o vilarejo anoitecendo ao pé do morro.quando cheguei fui em uma vendinha onde contei o que me aconteceu eme deram comida abraços e chavam outras pessoas p/ ver o brasileiro que se salvou de morrer congelado na montanha .Com essa festa toda comecei a procurar oPortuga que estava deitado no ponto do onibus ,talves esperando outro turista perdido.O Portuga foi meu anjo da guarda num milagre de Natal.Terminada a festinha em Sintra voltei para casa,e sonhei com o Portuga,no dia seguinte eu iria viajar p/ Madrid.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Uma aventura legal.

Um ano antes de eu viajar para a Espanha, eu procurava me informar , como proceder nos câmbios de dollares, e os valores equivalentes entre a moeda brasileira,e o peso,espanhol,que se usava naquela época.
Entre essas informações,eu li um livro de Sergio Motta,um escritor brasileiro,com o titulo de *Uma aventura legal.*num trecho da primeira parte ele escreve"estou preparado , mas não previ os improvisos"Logo descobri que é justamente o inesperado que faz de uma viajem,uma grande aventura.Assim ele descreve: O avião aterrissou no aeroporto de Lisboa ao meio dia em ponto.Eu era só empolgação,a ponto de trocar 50 dollares por preço de bananas em uma casa de cambio, logo no saguão do aeroporto.O primeiro cambio mal feito a gente nunca esquece.Tratei de tomar meu caminho para Mira Sintra, um subúrbio de Lisboa onde moravam dois amigos de amigos meu.E´dificil relembrar minhas primeiras impressões,porque eu sequer tinha impressão alguma,depois de passar 11horas sentado na classe económica.Lembro bem o cheiro ,Lisboa parecia toda a cheirar flores,eu estava deslumbrado.Um jovem vigarista me abordou na estação de trem de Mira Sintra deve ter percebido isso.Era um rapaz de uns 19 anos, com farda do exercito Português,alto sorridente e simpático.Eu estava na fila para pegar um táxi-um luxo que justificava pelo meu cançaso,quando ele se aproximou"Para que lado estares a ir?"Expliquei."Mas que sorte" tu poderás me dar uma carona sem adicionar nem um custo, até o quartel ,que é caminho, e porque não o moço me deu muitas dicas sobre Portugal,e não deixou o assunto cair até que chegamos ao destino.Como sorria aquele gajo na hora de nos despedirmos!So´deois fiquei sabendo o motivo da tanto bom humor.O quartel era exactamente do lado oposto ao que eu estava indo o que fez a corrida de táxi custar o triplo do que deveria.Eu não tinha completado nem duas horas em solo europeu,e já ganhando a primeira lição de minha viajem.Fui bem recebido pelos amigos desconhecidos Isomar e João,eles dividiam um apartamento de três quartos no andar térreo de pequeno edifício.Os dois amigos saíram do Brasil para tentar a vida em Portugal.No dia seguinte era natal.vou continuar esta historia nas próximas pastagens.

domingo, 3 de abril de 2011

O retrato de Montes Dourados /Pará-Brasil


                             

diviza de Pará e Amapá



rio Jari

Aeroporto de Montes dourados

diviza Pará  e   Amapá

Uma aventura no Pará-Brasil

Uma viagem, curta ou longa, pode se tornar uma aventura.
Depende das surpresas que encontramos pelas estradas,e locais que percorremos.
Mas quando arrumamos as malas,enchemos de roupas, calçados e sonhos,
sem contar com as dificuldades que poderíamos encontrar,só pensamos em ver
o que desconhecemos e poder ver lugares que que conhecemos, somente por leitura.e
desfrutar do que a vida nos proporciona.Assim foi comigo e com todos que já foram
viajar dentro e fora do nosso pais.Aqui no meu pais eu vivi uma aventura no Pará
andando de barco desses que mais parece um bote,só que era movido por motor.
Viajamos mais de duas horas indo e voltando, no rio Jari,cheio de peixe
chamado piranha.percorremos com esse barco a poucos metros de enormes cachoeiras
Não posso negar que é um belíssimo espectáculo,os turistas passam por tamanha beleza
admiram e aplaude a natureza,e o SUPREMO CRIADOR.
Passamos bem perto,da casinha dos ribeirinhos, sustentadas no alto de palafitas.
As surpresas, assustadoras sem duvidas foi a viagem até lá ,que você poderia escolher
entre,viajar de tipo chalana entre pessoas dormindo em redes,tendo que se desviar
de bichos como; aves porcos,e mercadorias transportadas tudo junto,ou num avião
com lugares para 50 pessoas que balançava mais do que um ónibus velho.
Tudo isso quando você,ainda tinha que enfrentar as turbulências devido as tempestades.
Para aterrizar as vezes o avião fazia mais uma volta para os funcionários terem
tempo para expulsar os animais da pista,ex:cachorro,vaca,e outros pássaros.

E´ou não uma aventura?

segunda-feira, 28 de março de 2011

Mensagens de powerpoint - Tudo passará. Tudo passa!

Pagina virada

Quinze anos já se passaram, até o momento que estou postando neste blog, algumas passagens de minha vida.Nada de excepcional,é como acontece com quase todas as pessoas,simples como eu,as vezes muito bem, outras  nem tanto e as vezes muito triste.Não sou de viver remoendo o passado por isso ele e´passado. Em certos momentos me pego perguntando,porque estou escrevendo em um blog .E´porque sempre gostei de escrever,e muito de ler,como já citei nas postagens antigas.E agora que estou com 80anos, aprendi  um pouco, lidar com o computador, fiz um blog  para eu me distrair  lendo e escrevendo essas coisas.Alem disso me dedico a fazer trabalhos manuais,gosto de pintara a óleo em tela.Tenho algumas limitações para andar, e é raro eu sair de casa, eu sou feliz assim mesmo.O dialogo nas melhores famílias estão cada vez mais  escasso todo mundo esta correndo trabalhando,o tempo é curto.os netos e bisnetos estão em outra ,eles teem muitos amigos (virtuais) nas redes sociais.Recebo maior apoio de meus filhos ,que nossa diferença de idade é de em media 18anos, não posso me queixar, são bons filhos.Com essas historias que contei e que são verdadeiras,tenho lendo o meu blog 10 países como;:fora o Brasil ,Estados Unidos,França,Emirados ArabesUnidos,Alemanha,Reino Unido,Croácia, Indonésia,Líbano,Luxemburgo.Uma frase de Leonardo da Vinci.*Aprender é uma coisa de que a mente nunca se cansa,nunca tem medo e nunca se arrepende.*