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sexta-feira, 15 de abril de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Uma aventura legal.
Um ano antes de eu viajar para a Espanha, eu procurava me informar , como proceder nos câmbios de dollares, e os valores equivalentes entre a moeda brasileira,e o peso,espanhol,que se usava naquela época.
Entre essas informações,eu li um livro de Sergio Motta,um escritor brasileiro,com o titulo de *Uma aventura legal.*num trecho da primeira parte ele escreve"estou preparado , mas não previ os improvisos"Logo descobri que é justamente o inesperado que faz de uma viajem,uma grande aventura.Assim ele descreve: O avião aterrissou no aeroporto de Lisboa ao meio dia em ponto.Eu era só empolgação,a ponto de trocar 50 dollares por preço de bananas em uma casa de cambio, logo no saguão do aeroporto.O primeiro cambio mal feito a gente nunca esquece.Tratei de tomar meu caminho para Mira Sintra, um subúrbio de Lisboa onde moravam dois amigos de amigos meu.E´dificil relembrar minhas primeiras impressões,porque eu sequer tinha impressão alguma,depois de passar 11horas sentado na classe económica.Lembro bem o cheiro ,Lisboa parecia toda a cheirar flores,eu estava deslumbrado.Um jovem vigarista me abordou na estação de trem de Mira Sintra deve ter percebido isso.Era um rapaz de uns 19 anos, com farda do exercito Português,alto sorridente e simpático.Eu estava na fila para pegar um táxi-um luxo que justificava pelo meu cançaso,quando ele se aproximou"Para que lado estares a ir?"Expliquei."Mas que sorte" tu poderás me dar uma carona sem adicionar nem um custo, até o quartel ,que é caminho, e porque não o moço me deu muitas dicas sobre Portugal,e não deixou o assunto cair até que chegamos ao destino.Como sorria aquele gajo na hora de nos despedirmos!So´deois fiquei sabendo o motivo da tanto bom humor.O quartel era exactamente do lado oposto ao que eu estava indo o que fez a corrida de táxi custar o triplo do que deveria.Eu não tinha completado nem duas horas em solo europeu,e já ganhando a primeira lição de minha viajem.Fui bem recebido pelos amigos desconhecidos Isomar e João,eles dividiam um apartamento de três quartos no andar térreo de pequeno edifício.Os dois amigos saíram do Brasil para tentar a vida em Portugal.No dia seguinte era natal.vou continuar esta historia nas próximas pastagens.
domingo, 3 de abril de 2011
Uma aventura no Pará-Brasil
Uma viagem, curta ou longa, pode se tornar uma aventura.
Depende das surpresas que encontramos pelas estradas,e locais que percorremos.
Mas quando arrumamos as malas,enchemos de roupas, calçados e sonhos,
sem contar com as dificuldades que poderíamos encontrar,só pensamos em ver
o que desconhecemos e poder ver lugares que que conhecemos, somente por leitura.e
desfrutar do que a vida nos proporciona.Assim foi comigo e com todos que já foram
viajar dentro e fora do nosso pais.Aqui no meu pais eu vivi uma aventura no Pará
andando de barco desses que mais parece um bote,só que era movido por motor.
Viajamos mais de duas horas indo e voltando, no rio Jari,cheio de peixe
chamado piranha.percorremos com esse barco a poucos metros de enormes cachoeiras
Não posso negar que é um belíssimo espectáculo,os turistas passam por tamanha beleza
admiram e aplaude a natureza,e o SUPREMO CRIADOR.
Passamos bem perto,da casinha dos ribeirinhos, sustentadas no alto de palafitas.
As surpresas, assustadoras sem duvidas foi a viagem até lá ,que você poderia escolher
entre,viajar de tipo chalana entre pessoas dormindo em redes,tendo que se desviar
de bichos como; aves porcos,e mercadorias transportadas tudo junto,ou num avião
com lugares para 50 pessoas que balançava mais do que um ónibus velho.
Tudo isso quando você,ainda tinha que enfrentar as turbulências devido as tempestades.
Para aterrizar as vezes o avião fazia mais uma volta para os funcionários terem
tempo para expulsar os animais da pista,ex:cachorro,vaca,e outros pássaros.
E´ou não uma aventura?
Depende das surpresas que encontramos pelas estradas,e locais que percorremos.
Mas quando arrumamos as malas,enchemos de roupas, calçados e sonhos,
sem contar com as dificuldades que poderíamos encontrar,só pensamos em ver
o que desconhecemos e poder ver lugares que que conhecemos, somente por leitura.e
desfrutar do que a vida nos proporciona.Assim foi comigo e com todos que já foram
viajar dentro e fora do nosso pais.Aqui no meu pais eu vivi uma aventura no Pará
andando de barco desses que mais parece um bote,só que era movido por motor.
Viajamos mais de duas horas indo e voltando, no rio Jari,cheio de peixe
chamado piranha.percorremos com esse barco a poucos metros de enormes cachoeiras
Não posso negar que é um belíssimo espectáculo,os turistas passam por tamanha beleza
admiram e aplaude a natureza,e o SUPREMO CRIADOR.
Passamos bem perto,da casinha dos ribeirinhos, sustentadas no alto de palafitas.
As surpresas, assustadoras sem duvidas foi a viagem até lá ,que você poderia escolher
entre,viajar de tipo chalana entre pessoas dormindo em redes,tendo que se desviar
de bichos como; aves porcos,e mercadorias transportadas tudo junto,ou num avião
com lugares para 50 pessoas que balançava mais do que um ónibus velho.
Tudo isso quando você,ainda tinha que enfrentar as turbulências devido as tempestades.
Para aterrizar as vezes o avião fazia mais uma volta para os funcionários terem
tempo para expulsar os animais da pista,ex:cachorro,vaca,e outros pássaros.
segunda-feira, 28 de março de 2011
Pagina virada
Quinze anos já se passaram, até o momento que estou postando neste blog, algumas passagens de minha vida.Nada de excepcional,é como acontece com quase todas as pessoas,simples como eu,as vezes muito bem, outras nem tanto e as vezes muito triste.Não sou de viver remoendo o passado por isso ele e´passado. Em certos momentos me pego perguntando,porque estou escrevendo em um blog .E´porque sempre gostei de escrever,e muito de ler,como já citei nas postagens antigas.E agora que estou com 80anos, aprendi um pouco, lidar com o computador, fiz um blog para eu me distrair lendo e escrevendo essas coisas.Alem disso me dedico a fazer trabalhos manuais,gosto de pintara a óleo em tela.Tenho algumas limitações para andar, e é raro eu sair de casa, eu sou feliz assim mesmo.O dialogo nas melhores famílias estão cada vez mais escasso todo mundo esta correndo trabalhando,o tempo é curto.os netos e bisnetos estão em outra ,eles teem muitos amigos (virtuais) nas redes sociais.Recebo maior apoio de meus filhos ,que nossa diferença de idade é de em media 18anos, não posso me queixar, são bons filhos.Com essas historias que contei e que são verdadeiras,tenho lendo o meu blog 10 países como;:fora o Brasil ,Estados Unidos,França,Emirados ArabesUnidos,Alemanha,Reino Unido,Croácia, Indonésia,Líbano,Luxemburgo.Uma frase de Leonardo da Vinci.*Aprender é uma coisa de que a mente nunca se cansa,nunca tem medo e nunca se arrepende.*
terça-feira, 22 de março de 2011
Veja o mico que paguei.
Fiquei muito sem graça com o acontecido no aeroporto,pensei que não iria embarcar aquele dia. Enquanto eu esperava a decisão do policial,ouvia calada a discussão do madrileno e o policial; que dizia ao srA que se eu estava na casa dele ,o irresponsável era ele, que deveria conhecer as leis do pais e não permitir que eu ficasse tanto tempo, que tipo de Espanhol era. No meu passaporte estava carimbado que desembarquei em Portugal mas não consta que depois fizemos uma ponte p/ a Espanha, e nimguem mais pediu meu passaporte pra nada.Os minutos passavam , minha neta parada esperando eu me desvencilhar daquela encrenca,até que o policial nervoso,levantou os braços e falando bem alto olhando para mim disse;vája vája,apontando o corredor de embarque quase perdemos o embarque, por um *triz*Só consegui me acalmar quando me dei conta que estava sentada no interior do avião, que estava quase vazio.Havia poucos passageiros estava sobrando assentos e assim pude me deitar e me cobrir com um cobertor oferecido pela comissaria de bordo.Dormi como um anjo inocente,e´já estava esquecendo de tudo que se passou,algumas horas antes.Enfim cheguei em casa muito feliz de rever meus filhos ,os parentes e amigos. Nos abraçamos muito, conversamos e fui para meu quarto estava ansiosa pela minha cama.Esvaziei a minha bolsa e me dei conta que meu cartão do consulado não estava onde eu guardei.Procurei revirei tudo e não encontrei.No dia seguinte liguei para o madrileno disse a ele achace me enviasse pelo correio.O madrilleno respondeu que iria dar baixa no consulado e depois me mandava.Esperei quase um mês e nada ,e também não conseguia falar com ele,não atendia o telefone, e nem me escrevia Fui ao inss entrei com o processo de retorno do meu beneficio, que levou mais de um mês, para me dar resposta do andamento do processo.Resposta foi que,alguém estava recebendo o beneficio e por isso a demora para acertar a documentação.A vingança se concretizou, eu perdi uns seis a sete meses de benefícios.mas o inss foi muito eficiente,comecei a receber normalmente, mas o que foi perdido eu nunca mais vi,fiquei sabendo que ele estava recolhido em um asilo por uma assistente social de seu pais.
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